Fechamento: Dólar tem quarta queda seguida e perde os R$ 3,15; Ibovespa cai, mas mantém os 65 mil pontos | Dados da Bolsa

Fechamento: Dólar tem quarta queda seguida e perde os R$ 3,15; Ibovespa cai, mas mantém os 65 mil pontos

Logo da BM&FBovespa exibido em telões dentro da bolsa de São Paulo. 07/10/2013 REUTERS/Nacho Doce

Fonte (Infomoney)

SÃO PAULO – O dia positivo das commodities (/assuntos/commodities) e principais índices das bolsas (/assuntos/bolsas) mundiais não foram suficientes para animar o investidor brasileiro nesta quarta-feira (19). Ainda acompanhando o campo político apesar do recesso parlamentar, o mercado doméstico tem dia de noticiário corporativo agitado, com o início da temporada de resultados do segundo trimestre. O benchmark da bolsa brasileira fechou com queda de 0,24%, aos 65.179 pontos – o volume financeiro ficou em R$ 6,156 bilhões -, enquanto o dólar seguiu sua derrocada diante de um cenário benigno tanto no exterior quando domesticamente. Os contratos de dólar futuro com vencimento em agosto (/assuntos/agosto) caíram 0,27%, sinalizando cotação de R$ 3,155. Já o dólar comercial recuou 0,19% ante o real, cotado a R$ 3,1493 na venda. Os contratos de juros futuros com vencimento em janeiro de 2018 caíram 4 pontos-base, a
8,60%, ao passo que os DIs com vencimento em janeiro de 2021 recuaram 9 pontos-base, a 9,49%, após sucessivos pregões de queda. “Dólar atingiu a nossa primeira projeção de queda, R$3,15, em muito pouco tempo devido o
“derretimento” do dólar no exterior. É possível alguma recuperação técnica, mas a região
de R$3,20 não deverá ser rompida com facilidade”, escreveu José Faria Júnior, diretor de
câmbio da Wagner Investimentos, em relatório a clientes. O especialista acredita como “perfeitamente possível” a chance de a moeda americana voltar à região entre R$ 3,05 e R$ 3,10. “Por enquanto, as notícias externas seguem sendo
benignas (mercado segue reduzindo as chances do Fed subir os juros novamente este ano)
e as notícias internas também. O problema 􀁹scal é grave, mas voltamos a ter duas
esperanças: continuação das reformas (incluindo Previdência desidratada) e não eleição de
candidato da esquerda em 2018. Assim, mesmo que a Previdência não seja aprovada por
Temer/Maia, existe a crença que será em 2019”, complementou.

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