BTG vê oportunidade em ação da Vale no curto prazo | Dados da Bolsa

BTG vê oportunidade em ação da Vale no curto prazo

Cranes unload iron ore from a ship at a port in Rizhao, Shandong province February 7, 2015. China's exports declined 3.2 percent year on year to 1.23 trillion yuan (200 billion U.S. dollars) in January, customs data showed on Sunday. Imports stood at 860 billion yuan, down 19.7 percent, according to the data, Xinhua News Agency reported. Picture taken February 7, 2015. REUTERS/China Daily (CHINA - Tags: BUSINESS POLITICS COMMODITIES) CHINA OUT. NO COMMERCIAL OR EDITORIAL SALES IN CHINA

Money Times – O minério de ferro em alta no segundo semestre e a consequente desalavancagem criada pelo fluxo de caixa livre de US$ 8 bilhões será o principal tema impulsionador das ações da Vale (SA:VALE3) no curto prazo, avalia o BTG Pactual (SA:BPAC11) em um relatório enviado a clientes neste domingo (27).

Com isso, estimam os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure, o endividamento líquido da mineradora poderá cair a US$ 15 bilhões (sem considerar o impacto do Refis).

“Enquanto esperamos por novas atualizações sobre a sua estratégia de crescimento e diversificação, este efeito de desalavancagem irá continuar a ser o principal direcionador para o desempenho das ações no curto prazo, em nossa visão”, avaliam.

O banco calcula que os papéis negociam atualmente ao equivalente a US$ 58 dólares a tonelada, abaixo dos US$ 80 vistos no mercado à vista. Apesar desta diferença, Correa e Roure alertam que os preços no mercado parecem estar inflados e em níveis insustentáveis para usá-los como uma decisão para comprar os papéis da mineradora.

“Considerando a nossa curva de US$ 50 a US$ 55 no longo prazo e as nossas visões para os custos, não temos convicção de que esta é uma oportunidade em ‘valuation’, apesar de reconhecermos que o momento positivo de curto prazo continua favorável”, argumentam os analistas.

Ou seja, o BTG conclui que uma opção para o investidor é a de comprar as ações caso acredite na manutenção do minério de ferro acima de US$ 60 e vendê-las caso a commodity vá abaixo dos US$ 50.

“A Vale continua uma história interessante de crescimento com a nova equipe de administração e pronta para importantes mudanças em sua governança corporativa, o que irá reduzir a chance de interferência do governo dentro da companhia. Entretanto, a nossa visão cautelosa sobre a visão da direção do minério de ferro nos mantêm cautelosos – e precisamos lembrar que a mudança de US$ 1 no minério de ferro afeta o valuation em até US$ 5”, destacam.

Por Money Times

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